Prova de Orientação comemorativa do Dia Nacional da Orientação 2012 e do Dia da Marinha
Realizou-se, no dia 13 de Maio, uma prova local de Orientação comemorativa do Dia Nacional da Orientação 2012 e do Dia da Marinha, no Parque da Paz, em Almada.
A prova inaugurou o novo mapa do Parque da Paz, que sofreu uma revisão e incluiu novas áreas.
Esta prova foi organizada em conjunto pelo CIMO (Clube Ibérico de Orientação e Montanhismo), CPA (Clube de Praças da Armada) e CEFA (Centro de Educação Física da Armada), tendo as tarefas de organização sido realizadas por elementos das três entidades.Inicialmente estavam inscritos 129 participantes, mas devido às inscrições no local de prova, foram registados 150 participantes, sendo a maioria jovens e alguns iniciados na actividade, que a realizavam pela primeira vez.
Foi feita também uma apresentação da actividade e da organização a um grupo de alunos e respectivo professor do Instituto Piaget, que participaram na prova, e cuja modalidade faz parte do seu plano curricular.
Em destaque Campeonato absoluto de orientação pedestre, 2ª etapa do circuito de orientação de precisão e o 3º troféu do Sorraia.
Nona edição do Campeonato Nacional Absoluto de Orientação Pedestre.
Nona edição do Campeonato Nacional Absoluto de Orientação Pedestre.
60 atletas masculinos e 29 femininos participaram na grande final.
Tiago Aires e Raquel Costa, ambos do GafanhOri, foram os vencedores.
Tiago repete o triunfo de 2009/2010, enquanto Raquel chega à vitória pela quarta vez, igualando Maria Sá em número de títulos alcançados.
XV Meeting Évora Património Mundial

Realizou-se no passado dia 15 o XV Meeting Évora Património Mundial, a contar para a Taça de Portugal de Orientação Pedestre 2011.
O evento foi Organizado pela ADFA (Associação de Deficientes das Forças Armadas) e teve lugar em S. Bartolomeu do Outeiro, repartiu-se por duas etapas de Distância Média, a segunda das quais com partida em massa. Presentes 338 participantes, dos quais 53 nos escalões de promoção.
O CIMO, como sempre, teve uma participação honrosa, no qual destacamos o 1º lugar de Helena Lopes em D50 e o 2º lugar de Nuno Carvalho em PROMO4.
Em baixo as classificações dos atletas do CIMO:
H15 (20) 3.9 km 120 m 18 C
4 5216 Nuno Santos 96 [003] CIMO/Ciclonatur 37:07
D17 (8) 3.9 km 120 m 18 C
8 4693 Sofia Pinto 94 [003] CIMO/Ciclonatur 58:50
H15 (20) 3.9 km 120 m 18 C
4 5216 Nuno Santos 96 [003] CIMO/Ciclonatur 37:07
D17 (8) 3.9 km 120 m 18 C
8 4693 Sofia Pinto 94 [003] CIMO/Ciclonatur 58:50
D21A (10) 3.8 km 150 m 18 C
7 4078 Ana Pinto 83 [003] CIMO/Ciclonatur 59:44
H40 (24) 5.4 km 200 m 24 C
8 3010 Paulo Santos 67 [003] CIMO/Ciclonatur 47:07
D50 (4) 3.8 km 100 m 17 C
1 1524 Helena Lopes 58 [003] CIMO/Ciclonatur 59:26
H55 (14) 4.3 km 130 m 18 C
9 4077 Custódio Pinto 56 [003] CIMO/Ciclonatur 58:54
H70 (2) 3.2 km 120 m 15 C
nc 2975 Bo Hallberg 35 [003] CIMO/Ciclonatur dns
PROMO4 - Difícil Lon (7 4.7 km 140 m 21 C
2 2147 Nuno Carvalho 64 [003] CIMO/Ciclonatur 1:03:50
O MEU MAPA: CUSTÓDIO PINTO, S. BENTO DE CASTRIS E O X MEETING ÉVORA PATRIMÓNIO MUNDIAL
ra, se a leitura de um mapa de estradas se pode tornar um “cavalo de batalha” para a selecção da melhor rota, imagine-se o que será (i) ver e ler um mapa, (ii) interpretar e relacionar o mapa com a paisagem do terreno da prova, (iii) definir a melhor estratégia para terminar a prova e (iv) correr e ultrapassar os vários obstáculos que surgem pelo caminho (desde regatos, pântanos, areias, arbustos, rochas, sol, calor, sede, cansaço, etc., etc., …). Daí que no início de cada prova, nas partidas, aquele nervoso miudinho ataque muitos atletas.
Mas é a vontade de superar as dificuldades, de testar as capacidades física e psíquicas de cada um e o querer ultrapassar as próprias capacidades e os obstáculos, que torna aliciante esta modalidade. Se assim não fosse, como se explica que tantos atletas troquem o descanso dos fins-de-semana e se esforcem por se levantarem à (mesma) hora semanal de ida para o trabalho, outros até mais cedo, e não se importem de suportar custos elevados para “competirem” no meio de uma floresta. Digo “competirem” porque competir é saudável quando se sabe ganhar e/ou perder, reconhecendo que outros tiveram valores superiores aos nossos na prova. Logo, as histórias possibilitarão a quem as leia ter a opinião, a sensibilidade do quanto é interessante, estimulante … (e outros adjectivos, que cada um dos praticantes atribui a esta modalidade desportiva ….) a prática da ORIENTAÇÃO
Esta história é um testemunho dos estímulos que me levaram a continuar e aconselhar a prática desta modalidade. Este foi o meu primeiro mapa - como se diz – a sério, e porque é dele que os amigos e conhecidos me falam e me relembram, em toda a sua plenitude, os momentos passados de entusiasmo, sofrimento, vontade e querer.
Foi em 1 de Abril de 2006, no “X Meeting Évora Património Mundial” no mapa de S. Bento Castris IV que, após 3 horas e mais alguns minutos (com um tempo que não será referência e muito menos interessante para a história) “marcava o finish”. Finalmente, terminava a prova e, …, e sentia o prazer da chegada para o descanso em segurança. Àquela hora apenas se viam os elementos da organização, a minha filha Rita (a mais velha) com uma aparência de que esteve bastante preocupada que, com entusiasmo ainda me incitava a terminar a prova o mais rápido possível. A demora foi tanta que a minha esposa (Ana) tinha ido para o carro alimentar a outra filha (Sofia). Havia ainda alguns atletas que acabavam de terminar a prova mas que logo se deslocavam para junto das suas equipas e apenas me lembro de ver também o Jorge Santos, atleta do CPTelecom, um atleta dedicado e apaixonado por esta modalidade que com o seu natural entusiasmo contribui em muito para a sua divulgação.

A aparência preocupada da Rita tinha uma razão de ser pois sabia que este mapa era nada mais nada menos que a minha segunda prova (a primeira individualmente). A primeira prova havia realizado a pares com ela no “I Troféu Internacional de Orientação de Mora”, no dia 4 de Março desse mesmo ano, competindo no escalão “Difícil Curto”. A distância do escalão era de 6,4 Kms e 160 m de desnível.
Também o processo de inscrição nesta prova teve uma peripécia pelos membros da organização, o ADFA, já que apesar de questionados, no momento inicial da inscrição, entre a participação no escalão “Difícil Curto” ou “Veteranos II” não se coibiram de inscrever o principiante no escalão e logo num escalão de competição - “Veteranos II” – o mais difícil.
O mapa de S. Bento dos Castris IV é um mapa de dificuldade técnica elevada, apresentando um relevo acentuado, pouquíssimos caminhos e zonas pantanosas, bem visíveis nos princípios de Abril quando ainda se faz sentir a chuva. E, segundo os especialistas, um mapa muito difícil que está dividido em duas partes completamente distintas: a primeira é um normal percurso de Orientação; a segunda apresentando áreas com elementos rochosos e muita vegetação que em certas zonas dificulta a progressão e visibilidade.
E não é que, quando contornava uma zona de vegetação densa e alta para encontrar uma baliza eis que surge no meu caminho um animal de raça bovina que, segundo creio, estaria a pastar (porque não consegui ter uma percepção nítida da situação). Perante tal aparição o bovino mugiu e eu, o mais rápido que pude, fugi para um local mais seguro e o mais distante possível.
No entanto, apesar do sobressalto que a situação me provocou - não seria qualquer bovino que me atrapalhasse! -, enchi-me de coragem pois recordei-me quando em casa dos meus avós ajudava na recolha do gado que estava nos pastos e também de algumas noções de treino em milícias. Apesar do muito tempo perdido não desisti ali! Corrigi a rota e ataquei a baliza.
Estes eram os condimentos de dificuldade elevada que segundo atletas experimentados (e com melhores condições de adaptação desde a formação inicial e integração na modalidade) se apresentavam a quem fazia o primeiro mapa individualmente e logo em escalão de competição - de ‘experts’ (“Veteranos II”, escalão tecnicamente difícil).
No início a motivação era sustentada pela aventura e ainda pelos conhecimentos adquiridos nos tempos de escuteiro, que em franca consciência de principiante considerava suficientes para ultrapassar os obstáculos que surgissem. É certo que não objectivava qualquer tempo para a sua realização. No decorrer da prova, fui-me apercebendo das dificuldades destas provas quando as referências para ataque de determinada baliza (ponto) desapareciam no horizonte tapadas por outros elementos da natureza que não haviam sido considerados e aí todo o plano traçado desmoronava-se a ponto de fazer inversão de sentido para o ponto inicial e verificar a razão do eclipsar dos elementos de referência.
Contudo com o decorrer da prova fui-me apercebendo da necessidade de uma leitura cuidada das informações técnicas, do dosear do esforço e ainda da necessidade de uma aprendizagem cuidadosa e por níveis.
Chegado ao ‘finish’ trazia comigo aquele tempo físico de uma meia dúzia de quilómetros corridos e mais uns quilómetros psíquicos de cansaço, sofrimento, sede e dores. Nos pés as dores eram muitas, provocadas por algumas bolhas de água, outras bolhas já haviam rebentado e estavam em ferida e umas unhas vermelhas, que posteriormente ficaram negras e caíram (pelo menos duas).
Contudo trouxe ainda comigo uma escola individual e prática de aprendizagem, um conhecimento prático, individualizado e único bem como e principalmente, a determinação e o querer superar todas aquelas dificuldades em próximas provas (e pensava: “perdi esta batalha mas não a guerra”), pois os pequenos treinos de milícias poderiam muito bem superar. Aliás após uma tarde de passeio e alongamentos na bonita cidade de Évora e uma noite bem dormida e de descanso, eis que participei no dia seguinte na prova de sprint pelas ruas do bairro da Malagueira, obra de referência do afamado arquitecto Siza Vieira.
Hoje, passados quatro anos do início da prática de Orientação pedestre, reconheço que apesar da experiência e conhecimentos adquiridos por vezes ainda surge a necessidade da utilização de técnicas “naïf” na abordagem de algumas balizas e também na selecção das melhores estratégias.
Mas, é de tropeções, quedas e derrotas que se constrói a experiência e as vitórias. E as grandes vitórias estão na satisfação e na motivação de superar as dificuldades das provas de Orientação designadamente a leitura dos mapas e …
“Sofrer e lutar significa viver”.
Custódio Pinto
CIMO – Clube Ibérico de Montanhismo e Orientação
Fed 4077
[fotos e mapas gentilmente cedidos por Custódio Pinto]
Saudações orientistas.
JOAQUIM MARGARIDO
OS VERDES ANOS: SOFIA PINTO

Olá,
Chamo-me Sofia Pinto, tenho 15 anos e sou do Montijo. Passei para o 10.º ano, e vou para a área de Ciências e Tecnologias.
Antes de praticar Orientação fui federada num clube de Natação aqui no Montijo, o Clube Atlético do Montijo. Já fazia Natação desde pequena até que surgiu a oportunidade de me federadar e assim o fiz, estive federada durante dois anos.
Enquanto federada de Natação fazia Orientação naqueles fins-de-semana que não tinha treinos nem provas. Nesta altura fazia Orientação por gosto, até que apanhei o “vicio”, se o posso referir assim. Em 2008 desisti da Natação e vim para a Orientação.
A Orientação para mim é um bem-estar, é liberdade, é concentração para realizar uma prova, porque se não temos concentração perdemo-nos e, como costumam dizer as pessoas da minha idade, “pastamos”, perdemos tempo e lugares na classificação.
Este foi o meu primeiro ano como federada na modalidade, correu bem dentro de todas as perspectivas. No inicio a minha maior dificuldade era orientar o mapa, porque quando dava por mim já tinha o mapa ao contrário e às vezes nem sabia onde estava. A minha primeira prova sozinha e no meu escalão foi em Mora, que contava para a taça Sul.
Adoro fazer Orientação é algo que me diverte, ajuda-me a concentrar, a estar bem com nós mesmos e fazer amizades por vários sítios do país. No futuro, ainda não sei bem, o que quero ser, mas uma das minhas hipóteses é Desporto. Quero continuar a praticar este desporto por muitos e muitos anos.
Tenho que agradecer ao meu pai, Custódio Pinto (CIMO), porque foi ele que me pôs na Orientação, ao professor Daniel Pó, à Inês Catalão (GafanhOri) e à Mariana Saraiva (CPOC), porque foram as minha primeiras amigas dentro da Orientação, e também me ajudaram imenso e ao primo Nuno Pedro (PT Telecom) que me ajudou em situações no mapa que não entendia ou então explicava que por aquele caminho era melhor que por este, coisas simples mas que me ajudaram imenso. Obrigada pela paciência e pela ajuda que todos os meus amigos, professores e familiares tiveram comigo.
Na minha opinião, acho que a Orientação é pouco divulgada e se fosse um pouco mais divulgada haveria mais praticantes. Quem pratica Orientação ganha um “vício” e nunca deixará de a praticar.
Sofia Pinto
Actualização relativa a 21 de Janeiro de 2011, sendo que 2 exames médicos desportivos vão caducar nos próximos 30 dias (identificados a magenta claro).
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1524 |
SIM |
HELENA LOPES |
(003) CIMO |
30-09-2011 |
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1603 |
|
JOSE BRAZIO |
(003) CIMO |
|
|
1606 |
SIM |
LOPES PIRES |
(003) CIMO |
28-02-2011 |
|
1650 |
NAO |
ARMANDO RODRIGUES |
(003) CIMO |
|
|
1843 |
SIM |
ANTONIO ROCHA |
(003) CIMO |
31-03-2011 |
|
2052 |
SIM |
ANTONIO CAMPOS |
(003) CIMO |
31-03-2011 |
|
2103 |
SIM |
ISAU ALVES |
(003) CIMO |
31-10-2011 |
|
2147 |
|
NUNO CARVALHO |
(003) CIMO |
31-01-2011 |
|
2275 |
SIM |
JOAO FERREIRA |
(003) CIMO |
31-07-2011 |
|
2563 |
Pendente |
DANIEL BRANCO |
(003) CIMO |
30-06-2010 |
|
2730 |
|
VITOR GOMES |
(003) CIMO |
|
|
2970 |
|
FRANCISCO COSTA |
(003) CIMO |
31-10-2009 |
|
2975 |
|
BO HALLBERG |
(003) CIMO |
31-10-2010 |
|
3010 |
SIM |
PAULO SANTOS |
(003) CIMO |
31-10-2011 |
|
3067 |
|
PEDRO LOPES |
(003) CIMO |
28-02-2010 |
|
3238 |
|
TIAGO FONSECA |
(003) CIMO |
30-09-2010 |
|
3318 |
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RICARDO TRINDADE |
(003) CIMO |
|
|
3395 |
|
PEDRO PIRRALHO |
(003) CIMO |
|
|
3396 |
|
FREDERICO PIRRALHO |
(003) CIMO |
|
|
3456 |
Pendente |
GONCALO LOPES |
(003) CIMO |
31-10-2010 |
|
3917 |
SIM |
JOANA FRAZAO |
(003) CIMO |
31-10-2011 |
|
3933 |
SIM |
MARIO COSTA |
(003) CIMO |
30-06-2011 |
|
3949 |
|
ANTONIO SILVARES MENDES |
(003) CIMO |
31-01-2011 |
|
4004 |
|
DINA OLIVEIRA |
(003) CIMO |
31-12-2010 |
|
4077 |
SIM |
CUSTODIO PINTO |
(003) CIMO |
30-06-2011 |
|
4078 |
Pendente |
ANA PINTO |
(003) CIMO |
31-07-2010 |
|
4390 |
SIM |
RUI XAVIER |
(003) CIMO |
30-11-2011 |
|
4411 |
|
CRISTINA ROJAO |
(003) CIMO |
31-07-2010 |
|
4443 |
SIM |
GIL CAMPOS |
(003) CIMO |
31-12-2011 |
|
4448 |
|
ANA CHUMBINHO |
(003) CIMO |
|
|
4451 |
|
ALICE CARINA |
(003) CIMO |
|
|
4562 |
|
ANDREIA SANTOS |
(003) CIMO |
|
|
4635 |
SIM |
SERGIO MONICA |
(003) CIMO |
30-04-2011 |
|
4636 |
SIM |
PEDRO NEVES |
(003) CIMO |
30-04-2011 |
|
4637 |
SIM |
CARLA MONICA |
(003) CIMO |
31-03-2011 |
|
4693 |
SIM |
Sofia Pinto |
(003) CIMO |
30-04-2011 |
|
4898 |
|
ANA BILE |
(003) CIMO |
|
|
4899 |
|
PEDRO BILE |
(003) CIMO |
|
|
4900 |
SIM |
ANA MARGARIDA ROCHA |
(003) CIMO |
31-01-2011 |
|
5051 |
SIM |
GUSTAVO COSTA |
(003) CIMO |
31-01-2011 |
|
5067 |
|
LUIS VEIGAS |
(003) CIMO |
31-12-2010 |
|
5129 |
Pendente |
LELIA MATOS |
(003) CIMO |
02-11-2010 |
|
5216 |
SIM |
NUNO SANTOS |
(003) CIMO |
31-12-2011 |
Orientação
A Orientação é a relação originada pela necessidade do Homem se posicionar no Universo, saber qual o seu papel, a sua posição em relação aos outros seres, ao meio, a outros habitats que não o seu.
Daí que a Orientação seja como um “sentido”, algo que está constantemente connosco e que nos conduz pela vida.
Quando falamos de “orientação pedagógica” não nos queremos referir ao melhor rumo para alcançarmos melhor rendimento nos nossos estudos?
De igual modo, quando falamos em “Orientação profissional” não falamos da melhor maneira para alcançarmos uma profissão compatível com as nossas habilitações académicas, gostos, vocações e interesses?
Se por desleixo, apatia, acidente, preguiça que não dominamos, perdemos o “sentido” que nos conduz – a Orientação – então estamos desorientados, o desconhecido e o vazio apoderam-se de nós, perdemos o “sentido” da vida, entramos em depressão, podemos até cair num abismo de onde dificilmente conseguiremos regressar.
E tantas outras coisas que aqui poderíamos dizer para reforçar esta ideia – A ORIENTAÇÃO É O SENTIDO QUE NOS CONDUZ PELA VIDA.
Transportamos esta ideia para o Montanhismo que podemos dizer “a Orientação é o sentido que nos conduz na pela Montanha”.
E lá também é assim: se não dominamos o sentido, se este não é ajudado pela técnica – claro que os sentidos (ou os instintos?!) têm que ser ajudados pelos conhecimentos técnicos, pelos utensílios, pelas máquinas, por coisas que nos são exteriores – podemos perder-nos. Temos que a cada momento saber onde estamos, qual o caminho que trazíamos e por onde teremos que continuar.
Assim podemos chegar a algumas conclusões:
- A Orientação é o sentido ajudado pela técnica de identificação de uma zona desconhecida através da leitura de um mapa (objecto que nos é exterior) permitindo-nos a cada momento conhecermos a nossa posição (relação com o Universo) ou, de forma mais simples, é irmos de um lado para o outro, em terreno desconhecido, utilizando um mapa para não nos perdemos.
Resumindo:
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ORIENTAÇÂO – é a técnica de identificação de uma zona desconhecida através da leitura de um mapa, permitindo ao utilizador, a cada momento, conhecer a sua posição. |
