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“De Costa a Costa“

30-09-2012 09:00

Terras da Costa

Os “agricultores das Terras da Costa” são um grupo de pequenos e médios agricultores dispersos por pequenas parcelas (sempre inferiores a 1 ha.) ao longo da planície litoral – ocupando cerca de 186 ha. - inserida entre faixa costeira da Caparica e a arriba fóssil que nela desemboca . Embora nem todos os habitantes das Terras pratiquem a agricultura, esta é a principal actividade em termos sócio-económicos, enquadrando-se numa ocupação secular. Os agricultores locais são na sua maioria descendentes de um núcleo original de famílias povoadoras (no final do século XVIII) do local hoje conhecido como Costa de Caparica, famílias oriundas do Algarve e da região de Aveiro e – supostamente - originalmente dedicadas à actividade piscatória.

Antiga lenda da Costa da Caparica

Há muitos, muitos anos, quando a Caparica era apenas um local ermo, com meia dúzia de casas, apareceu uma criança muito bonita, pobremente vestida que ninguém sabia donde vinha.
Um velho da freguesia da Senhora do Monte tomou conta dessa menina que não sabia nada sobre a sua origem, apenas sabia que possuía aquela capa que trazia. O velho reparou que a capa, apesar de muito velha, era uma capa de qualidade, provavelmente pertencente a uma família rica ou mesmo nobre.
Passaram-se muitos anos até que a menina se tornou numa bela jovem.
Estando o velho às portas da morte pediu-lhe, como última vontade, que pusesse a sua capa por cima dele para o aquecer naqueles últimos momentos, dizendo à jovem que aquela capa velha era uma capa rica. A jovem fez-lhe a vontade e, quando o velho morreu, juntou o pouco dinheiro que restava para lhe dar uma sepultura digna. Passou dias sem comer e noites sem dormir mas tinha a consciência tranquila de ter retribuído tanto em vida como na morte a bondade do velho. A jovem ficou naquele casebre e envelheceu sozinha.
O povo, que a achava estranha e lhe chamava bruxa, reparou que ela tinha o ritual de subir ao alto do monte e, num ar de êxtase, rezava a Deus pedindo-lhe que quando morresse o Manto Divino de Nossa Senhora do Monte cobrisse com a Sua benção todos aqueles que naquela localidade A veneravam. Ao terminar aquelas palavras ela pegava na sua capa velha e erguia-a ao céu.

Este estranho comportamento chegou aos ouvidos do rei que a mandou vir à sua presença, acompanhada da famosa capa que todos diziam ter feitiço. A velha senhora disse ao rei que nada tinha a ver com bruxedos e que o que fazia era apenas rezar a Deus. Comovido, o rei mandou-a embora com uma bolsa de dinheiro e a velha continuou a sua vida solitária até que um dia morreu. Junto do corpo da Velha da Capa, que era como o povo a designava, encontraram uma carta dirigida ao rei.

A Velha da Capa tinha descoberto na hora da sua morte que a capa era afinal uma capa rica porque tinha encontrado uma verdadeira riqueza escondida no seu forro. Pedia ao rei que utilizasse aquele tesouro para transformar aquela costa numa terra de sonho e maravilha onde houvesse saúde e alegria para todos.

Reza a lenda que foi assim que surgiu a Costa da Caparica, em homenagem de uma menina de origem desconhecida que tinha como único bem uma capa velha que afinal era uma capa rica.

Costa da Caparica

Vila piscatória situada na margem Sul do Tejo, com o estatuto de cidade desde 2004.Devido à sua proximidade com a capital tornou-se numa zona balnear muito concorrida e o crescimento urbanístico aumentou consideravelmente. Actualmente predominam os estabelecimentos de restauração, hotelaria e outro comércio, registando-se também um fluxo acentuado de imigração proveniente do Brasil.

 

 

Antiga lenda da Costa da Caparica

Há muitos, muitos anos, quando a Caparica era apenas um local ermo, com meia dúzia de casas, apareceu uma criança muito bonita, pobremente vestida que ninguém sabia donde vinha.
Um velho da freguesia da Senhora do Monte tomou conta dessa menina que não sabia nada sobre a sua origem, apenas sabia que possuía aquela capa que trazia. O velho reparou que a capa, apesar de muito velha, era uma capa de qualidade, provavelmente pertencente a uma família rica ou mesmo nobre.
Passaram-se muitos anos até que a menina se tornou numa bela jovem.
Estando o velho às portas da morte pediu-lhe, como última vontade, que pusesse a sua capa por cima dele para o aquecer naqueles últimos momentos, dizendo à jovem que aquela capa velha era uma capa rica. A jovem fez-lhe a vontade e, quando o velho morreu, juntou o pouco dinheiro que restava para lhe dar uma sepultura digna. Passou dias sem comer e noites sem dormir mas tinha a consciência tranquila de ter retribuído tanto em vida como na morte a bondade do velho. A jovem ficou naquele casebre e envelheceu sozinha.
O povo, que a achava estranha e lhe chamava bruxa, reparou que ela tinha o ritual de subir ao alto do monte e, num ar de êxtase, rezava a Deus pedindo-lhe que quando morresse o Manto Divino de Nossa Senhora do Monte cobrisse com a Sua benção todos aqueles que naquela localidade A veneravam. Ao terminar aquelas palavras ela pegava na sua capa velha e erguia-a ao céu.
Este estranho comportamento chegou aos ouvidos do rei que a mandou vir à sua presença, acompanhada da famosa capa que todos diziam ter feitiço. A velha senhora disse ao rei que nada tinha a ver com bruxedos e que o que fazia era apenas rezar a Deus. Comovido, o rei mandou-a embora com uma bolsa de dinheiro e a velha continuou a sua vida solitária até que um dia morreu. Junto do corpo da Velha da Capa, que era como o povo a designava, encontraram uma carta dirigida ao rei.
A Velha da Capa tinha descoberto na hora da sua morte que a capa era afinal uma capa rica porque tinha encontrado uma verdadeira riqueza escondida no seu forro. Pedia ao rei que utilizasse aquele tesouro para transformar aquela costa numa terra de sonho e maravilha onde houvesse saúde e alegria para todos.
Reza a lenda que foi assim que surgiu a Costa da Caparica, em homenagem de uma menina de origem desconhecida que tinha como único bem uma capa velha que afinal era uma capa rica.

Ponto de encontro – 8H30 – Rotunda junto ao restaurante “O Barbas” – Costa da Caparica.

Início – 9H00 

Circular, saindo da zona urbana e seguindo por entre hortas e terras de cultivo. Continuação pela parte superior da falésia, com passagem por magníficos miradouros, realçando o dos Capuchos, junto ao antigo convento. Excelentes vistas do mar e praias, desde a serra de Sintra até ao Cabo Espichel.

Almada

Convento dos Capuchos, Jardim do Convento dos Capuchos, Terras da Costa e a Costa da Caparica.

Alguns desníveis, exigindo média condição física. 

 Cerca de 11 klms

Início – 9H00. Fim – 13H00

2 (escala de 0 a 5)

até  27 de Setembro

Por razões de organização e segurança, os participantes devem respeitar as indicações e orientações transmitidas pelo guia e demais colaboradores do CIMO.

Cada um deve levar um pequeno estojo pessoal de material de 1ºs socorros, bem como medicamentos que esteja a tomar regularmente.

Levar roupa, agasalhos, boné ou chapéu, e calçado feito ao pé, preferencialmente botas, de acordo com as condições climatéricas.

Transportar água (aconselha-se cerca de 1,5 litros por pessoa / dia) e alimentos para consumo individual.